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Mais do que tudo

Mais do que tudo, quero ler ‪livros‬. Livros grossos como tijolos, livros de capas de couro de ‪‎papel‬ fininho e aquelas fitas roxas para marcar onde você parou; livros de ‪‎coletâneas‬ de ‪‎versos‬ baratos, empoeirados e de segunda mão, livros importados caríssimos com ‪‎ensaios‬ incompreensíveis de universidades estrangeiras”.

. David Nicholls in Resposta Certa .

Vida Real

A vida não é um filme de censura livre para fazer com que a pessoa se sinta bem. Muitas vezes a vida real acaba mal. E a literatura tenta documentar essa realidade, mostrando-nos que ainda é possível suportá-la com nobreza”. 

. Mathew Quick in O Lado Bom da Vida .

Outra pessoa

De todas as maneiras que importavam, eu estava morto. Dentro de mim, em algum lugar, talvez eu estivesse gritando, chorando e uivando como um animal, mas aquela era outra pessoa, lá dentro, outra pessoa que não tinha acesso ao rosto, lábios, boca e cabeça, portanto, na superfície eu apenas dava de ombros, sorria e continuava em movimento”.

. Neil Gaiman in Coisas Frágeis 2 .

Óbvio

Pouca coisa é mais perigosa que o óbvio, essa âncora que paralisa o pensamento e induz à falsidade, à distorção, ao erro. Flexível é aquele que muda quando considera adequado mudar. Volúvel é aquele que muda por qualquer coisa”.

Mario Sergio Cortella in  O que a vida me ensinou .

Planeta Vivo

Somos um planeta vivo, Sofia! Somos um grande barco navegando ao redor de um sol incandescente no universo. Mas cada um de nós é um barco em si mesmo, um barco carregado de genes navegando pela vida. Se conseguirmos levar esta carga ao porto mais próximo, nossa vida não terá sido em vão”

. Jostein Gaarder in O Mundo de Sofia .

Se ao menos…

Se ao menos pudesse voltar a ser tão distraída, a sentir tanto amor sem saber”. 

. Markus Zusak in A Menina que Roubava Livros .

Manhãs e Silêncios

Aquela como uma vontade de ser feliz, de haver alguma ordem ou estar noutro lugar onde fosse possível sentar ao sol comendo maçãs, deixava também de ser como um estar-à-beira-de-qualquer-coisa-boa. Campainha e telefone mudos, a manhã a transformar-se em tarde, emergia venenosa a sufocação, vontade de fugir, de não ser quem era nem ter vivido nenhuma das coisas que vivera. Todo um passado, essa coisa que chamam de passado, desembocava ali naquele momento, em pleno centro das manhãs esbranquiçadas de silêncio”.

. Caio Fernando Abreu in Estranhos Estrangeiros .

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