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Arquivo da categoria ‘Emily Brönte’

Demorei-me um pouco por ali, sob o sereno céu, a olhar as mariposas que esvoaçavam entre as urzes e as campânulas, e a ouvir o vento suave a soprar na relva, e pensando sempre que ninguém poderia atribuir um sono agitado aos habitantes daquela terra tão calma”
. Emily Brönte in O Morro dos Ventos Uivantes [...]

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C., praza a Deus que não tenha descanso enquanto eu viver! Disseste que eu te matei… pois persegue-me agora com o teu fantasma!… Sei que a vítima persegue o seu assasino. E sei que andam almas penadas pela terra. Fica comigo para sempre… toma qualquer forma… enlouquece-me! Mas não me deixes neste abismo onde não [...]

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Você me amava…que direito tinha então de me deixar? Que direito, responda!, lhe dava o miserável capricho que sentiu por L.? Porque nem a desgraça, nem a miséria, nem a morte, nem nada – nenhuma praga mandada por Deus ou satanás nos poderia separar – você, por sua vontade, nos separou! Não lhe despedacei o [...]

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