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Archive for the ‘Khaled Hosseini’ Category

Sempre

Aprenda isso de uma vez por todas, filha: assim como uma bússola precisa apontar para o norte, assim também o dedo acusador de um homem sempre encontra uma mulher a sua frente. Sempre. Nunca se esqueça disso”.

. Khaled Hosseini in A Cidade do Sol .

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Um Pecado

Existe apenas um pecado, um só. E esse pecado é roubar. Qualquer outro é simplesmente a variação do roubo. Quando você mata um homem, está roubando uma vida. Está roubando da esposa, o direito de ter um marido, roubando dos filhos um pai. Quando mente, está roubando de alguém o direito de saber a verdade. Quando trapaceia, está roubando o direito à justiça“.

. Khaled Hosseini in O Caçador de Pipas .

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Passado

Foi há muito tempo, mas descobri que não é verdade o que dizem a respeito do passado, essa história de que podemos enterrá-lo. Porque, de um jeito ou de outro, ele sempre consegue escapar”

. Khaled Hosseini in O caçador de Pipas .

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Monstro

No silêncio que se seguiu à minha frase, compreendi a natureza exata da minha nova maldição: teria que passar o resto da vida convivendo com a impunidade.
Lembrei do sonho de Hassan, aquele em que nadávamos no lago. ‘Não tem monstro nenhum aí’, era o que tinha dito, ‘só água’. Mas ele estava enganado a este respeito. Tinha um monstro no lago, sim. Ele agarrou Hassan pelos quadris e o arrastou para o fundo tenebroso. Esse monstro era eu.
Foi a partir dessa noite que passei a ter insônia”

. Khaled Hosseini in o Caçador de Pipas .

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De repente

Laila parou.
Um ruído surdo lhe subiu pela garganta. Suas pernas ficaram bambas. De repente, quis, precisou segurar o braço de Mariam, ou seu ombro, seu pulso, qualquer coisa, fosse o que fosse, para não cair. Mas não fez nada disso. Não ousou fazê-lo. Não ousou mover um músculo. Não ousou respirar, ou sequer piscar, temendo que aquilo não passasse de uma miragem, uma frágil ilusão que se desvaneceria ao mínimo movimento que fizesse. Ficou absolutamente imóvel, {…}, até o seu peito implorar pedindo ar e os seus olhos arderem querendo piscar. E sabe-se lá como, por um milagre qualquer, depois que respirou, depois que fechou os olhos e voltou a abri-los, ele ainda estava lá. {…}
Então ela se permitiu dar um passo em sua direção. E mais outro. E outro ainda. De repente, estava correndo.

. Khaled Hosseini in A Cidade do Sol .

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Despedida

Finalmente, Laila teve de mandá-lo embora.
Na soleira, fez ele prometer que não haveria despedidas. Fechou a porta e podia senti-la estremecer com os golpes dos punhos de Tariq. E ficou recostada ali, com uma das mãos agarrada à barriga e a outra tapando a própria boca, ouvindo-o jurar que voltaria, que voltaria para ela. Ficou assim, imóvel, até que ele se cansou e desistiu. Então, ouviu seus passos um tanto trôpegos que acabaram desaparecendo, e tudo ficou em silêncio, a não ser pelos disparos vindos das colinas e pelo pulsar do seu coração ressoando em sua barriga, em seus olhos, em seus ossos”

. Khaled Hosseini in A Cidade do Sol .

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Quando li esse nome quase achei que estivesem mencionando a minha “querida” cidade, Indaiatuba, também conhecida como Cidade do Sol, por ser a única cidade da região a receber raios ultra-violeta. Mas não era sobre Indaiatuba o assunto e sim sobre o próximo livro de Khaled Housseini que deve ser lançado no Brasil no próximo semestre. Fiquei empolgada, já que amei (e chorei muito lendo) seu primeiro livro, “O Caçador de Pipas“.Para maiores detalhes, o Book Review por Michiki Kakutani, que não economizou nas críticas (construtivas e de certa forma verdadeiras): leia Entrelivros On-line

E como não podia deixar de ser, afinal o nome do blog já diz, uma citação do primeiro livro:

Seria um erro dizer que Sohrab era quieto. Quieto significa em paz. Tranquilidade. Estar quieto é baixar o botão do volume da vida. O silêncio é pressionar o botão para desligar. Desligar tudo. O silêncio de Sohrab era o silêncio auto-imposto daqueles que têm convicções, daqueles que protestam, que tentam defender a sua causa recusando-se a falar. Era o silêncio de quem se escondeu no escuro, dobrou todas as bordas e as prendeu, bem enfiadas nos cantos, como se faz com um lençol

Khaled Housseini .

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